Filipe Marques

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O meu caminho

Sobre mim

Nasci em Coimbra e fui com a idade de 3 anos para Luanda, Angola, onde permaneci até aos 7 anos. Regressei a Portugal, tendo ido viver para Tomar, onde realizei todo o ensino primário e secundário até ingressar no curso de Física, na Universidade de Coimbra.

Alguns factos históricos curiosos (que não são da minha autoria):

"Tomar, cidade localizada nas margens do rio Nabão, pertencente ao distrito de Santarém, foi conquistada ao Mouros por D. Afonso Henriques em 1147 sendo depois doada por este monarca aos Templários em 1159. D Gualdim Pais concedeu-lhe foral em 1162. O Convento da Ordem de Cristo e o Castelo Templário, formam um conjunto monumental único no seu género. O Castelo, foi fundado em 1160 por Dom Gualdim Pais, Mestre provincial da Ordem do Templo em Portugal, e onde dentro das suas muralhas viveram as primeiras gentes de Tomar. O coração da fortaleza, a Alcáçova, com a torre de menagem, foi construída a Oriente; o lugar místico, a Igreja octogonal Templária, foi construída a Ocidente.

Após o extermínio da Ordem (pelas perseguições de Filipe, o Belo, Rei de França em que contou com a "ajuda preciosa" do Papa João XXII), os Templários encontraram, em Portugal, a continuidade da sua sagrada missão de Cavalaria. Em todo o território francês, os cavaleiros do Templo foram presos simultaneamente a 13 de Outubro de 1307, uma sexta-feira. (Inclusive, alguns dizem, que vem deste evento a lenda das Sextas-Feiras 13 serem dias de azar). Por terem sido submetidos a tortura, a maioria admitiu práticas consideradas hereges, como adorar um ídolo chamado Baphomet, homossexualidade ou cuspir na cruz. O papa aprovou a sua extinção no Concílio de Viena de 1311-1312, tendo a maioria dos cavaleiros da ordem sido executada na fogueira, incluindo o seu grão-mestre Jacques de Molay (na figura) em 1314.

A Ordem do Templo foi extinta em 1312, mas os seus bens e, em parte, a sua vocação, foram transmitidos, em Portugal, à Ordem de Cristo, criada em 1319. Sob os auspícios de D. Dinis é então fundada a “Ordem dos Cavaleiros de Cristo”, a qual foi durante quatro anos negociada pelo monarca com a Santa Sé, e veio a integrar pessoas e bens da extinta Ordem do Templo. É com a Ordem de Cristo que a nação portuguesa se abre para a empresa das descobertas marítimas do séc. XV. Tomar é, então, sede da Ordem e o Infante D. Henrique o seu Mestre.

Com a expansão da fé cristã e do reino, também a sede da Ordem de Cristo se dilata. Os séculos e a história de Portugal vão deixando na arquitectura do Convento testemunhos do tempo e dos homens que lideraram os destinos de Portugal. Durante o governo do infante D. Henrique foram construídos dois claustros Góticos no Convento. Com D. Manuel, a igreja templária é prolongada para Ocidente por uma construção que serviria o Capítulo da Ordem. Profusamente impregnada pela simbólica dos Cavaleiros de Cristo, esta construção aloja na sua fachada ocidental a famosa Janela da Sala do Capítulo, de Diogo de Arruda (cerca de 1510). Mais tarde, D. João III pretende fazer profundas mudanças na Ordem, alterando as suas Regras e transformando os Cavaleiros em monges contemplativos; é a partir deste reinado que se iniciam importantes trabalhos de ampliação do Convento, com vista a consumar a Reforma da Ordem. Esses trabalhos vão continuar através de vários reinados, até ao século XVIII, deixando marcas de diversas tendências artísticas. O Convento de Cristo encerra no seu conjunto arquitectónico testemunhos da arte do Românico, Templária, do Gótico e do Manuelino, ao tempo das Descobertas, do Renascimento Joanino, do Maneirismo, nas suas várias facetas e, por fim, do Barroco, presente em várias ornamentações arquitectónicas.

Da estrutura arquitectural do Convento, além das edificações construídas em torno da igreja templária, há a salientar o conjunto de quatro grandes claustros articulados por dois eixos em cruz latina, e também um aqueduto com 6 Km de extensão mandado edificar por Filipe II. Integra os domínios conventuais uma área de floresta e cultivo, conhecida por Mata dos Sete Montes por estar confinada por sete colinas de acentuado relevo".

De volta a mim:

- Em 1981, mudei-me para Coimbra onde frequentei o curso de Física. Sempre envolvido numa panóplia de actividades extracurriculares, terminei a minha licenciatura, tendo sido logo de seguida convidado para o Departamento de Física da Universidade da Beira Interior, onde desempenhei as funções de Assistente Estagiário até Fevereiro de 1993.

Em Janeiro de 1995, acabei por vir até Lisboa, na sequência de um convite de um grupo financeiro privado português. Foi já em Lisboa que terminei o meu primeiro mestrado, o qual tinha iniciado ainda enquanto Assistente Estagiário da Universidade da Beira Interior.

Em 1997, a convite de um médico urologista, reiniciei o meu estudo na área da física, agora na vertente da Física Médica (o meu outro mestrado tinha sido na área da física teórica, onde estudei um modelo teórico que pretendia descrever o sistema de Kaões (mesões K) neutros). Foi na sequência dos estudos na área da física médica que realizei o meu segundo mestrado.

Tenho ainda nos meus planos vir a realizar um doutoramento, igualmente na área da física médica e igualmente ligada à braquiterapia, mais concretamente no estudo dos efeitos dos diferentes níveis de dose de radiação, como causa dos diferentes tipos de morbilidade (queixas) urinárias dos doentes sujeitos a esta técnica terapêutica; mas, o futuro a Deus pertence e, nesta fase, tudo não passa ainda de planos.

 
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